Index 2 na hora H
1 – Saiba por quê, de acordo com Jean Scharlau, o PT tem um governo especial. Ou Engraçado, assim digamos... Confira, clicando aqui
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As Culturas Reagem! admin@reacaocultural.com
Engraçado, o PT Engraçado, quando o PT governa não há déficit fiscal, não surgem "rombos" no orçamento, as estatais passam a fazer lucros recordes, são criadas milhares de novas vagas para pobres nas escolas e universidades, os salários aumentam acima da inflação, o salário mínimo aumenta MAIS QUE TODOS, a inflação diminui, os juros diminuem (ainda que em ritmo lento, mas diminuem em vez de aumentar), o dólar baixa e fica estável, possibilitando aos pobres comprarem coisas que de outra forma não poderiam, como computadores e outros eletro-eletrônicos, por exemplo, a gasolina não sobe de preço, embora o petróleo tenha subido muito no mercado internacional, energia elétrica é instalada de graça para os pobres moradores dos grotões, alimentação é garantida para as famílias abaixo da linha da pobreza.
Quando o PT governa NÃO SE VENDE, NÃO SE DÁ PARA UNS POUCOS O QUE É DE TODOS. As empresas públicas, em vez de distribuídas aos comparsas são tornadas produtivas e lucrativas e fazem aumentar a riqueza de todos, do povo, que é o legítimo e inalienável dono dessas empresas, como Petrobras, Correios, CEF e BB. O PT quando é governo aumenta as áreas de preservação ambiental (aumentou 50% no governo Lula). O PT quando é governo demite quem se envolve em ilícitos, torna a polícia eficiente e atuante, coisa que nenhum governador ou presidente de outros partidos fez nem faz. O PT quando é governo se interessa e faz coisas pelos menores, pelos mais fracos, pelos mais pobres, pelas minorias e pelas maiorias oprimidas, aqueles que mais sofrem diariamente e que menos têm condições de reagir e, caso ninguém os auxilie, descaso de outros governos, vão simplesmente morrendo em silêncio e discretamente, de tiro, fome, doença, desgosto.
O PT quando é governo é fiscalizado com binóculo, lupa e microscópio pela mídia, pois toda ela é da oposição oligarca e retrógrada, acostumada a vender mentiras e acobertar as falcatruas do quando o governo é das oligarquias e com elas bem se acerta, por isto o PT ser governo faz bem à democracia, à legalidade. Quando o PT é governo se discute muito mais sobre todas as suas ações, é chamada e comparece uma muito maior participação cidadã e o governo não pode errar, pois para qualquer erro há 200 poderes prontos para cair de porrete em cima. Quando o PT é governo são pagas as dívidas, são pagos aqueles empréstimos que a oposição fez e até hoje não se sabe em que foram usados. Para pagar esses empréstimos o Lula andou pelo mundo apresentando o Brasil e seus produtos e D O B R O U o tamanho dos negócios do Brasil, assim, no governo do PT, os empréstimos feitos pela turma do Alckmim, do Borguináusea, do Serra, do Rigotto, da Yeda, Lula tem pago com a venda dos produtos brasileiros para o mundo e não do PATRIMÔNIO nacional, como fez o nauseabundo FhD, sem que tenha ainda aparecido o dinheiro da privataria que promoveu, nem o dinheiro dos empréstimos que tomou e o dinheiro que deu para suspeitíssimos e falidos através do BNDES.
Quando o PT é governo não há mágicas, não há planos mirabolantes, não há confiscos, não há golpes para tomar o dinheiro de todos e distribuir a alguns como fez Rigotto (PMDB=PSDB) no Rio Grande do Sul, que aumentou em 20% o imposto sobre as contas de telefone, energia elétrica e sobre combustíveis, e concedeu isenções e subsídios para grandes empresas, portanto tirando de todos (os mais pobres) e dando para alguns (os mais ricos).
O engraçado, eu dizia, quando o PT é governo, é que toda a oposição escravocrata cai de porrete, toda a mídia casa grande cai de chibata em cima do PT senzala, mas também grande parte da esquerda, pois quem é de esquerda tem o saudável hábito de ser crítico,de discutir, de reivindicar, porém muitos não têm a sabedoria de se reagrupar quando necessário, de relevar diferenças menores quando uma causa maior de interesse comum está sendo questionada.
Os que apóiam a direita libertina não questionam nada, nunca, apenas apóiam e se contentam em repetir a meia dúzia de bordões dogmáticos e confortáveis que são a base do "pensamento" direitista libertino - assim toda a direita se move orientada por uns poucos líderes e a esquerda, por causa de sua base muito mais ampla e participativa é esta balbúrdia democrática, esta maravilhosa balbúrdia democrática, onde a voz de TODOS os presentes é importante e a de cada um conta. Quando os escravocratas estão no governo a casa grande da mídia vive em confortabilíssimo silêncio – ouve-se uns gritinhos de vez em quando, mas é de faz de conta, ou puro prazer mesmo.
Por isto vou votar no PT, de cabo a general da banda, porque é engraçado quando o PT está no governo, e quando não estava, era invariavelmente triste.
Jean Scharlau
http://jeanscharlau.blogspot.com
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Por Helena Vasconcelos
Pernambuco dá um salto qualitativo na sua política cultural com a implantação dos Centros de Enriquecimento Cultural - CEC, em 14 cidades da Zona da Mata, cuja iniciativa resgata antiga dívida com os produtores de cultura do Interior do Estado que, distantes da informação e de melhores oportunidades, sobrevivem à luz de suas próprias sabedorias. Até então, as políticas públicas, no campo da cultura, dificilmente alcançavam regiões afastadas dos grandes núcleos urbanos - na velha pratica de consagrar o já consagrado. Os Centros priorizam o conhecimento da cultura local, criam bases em um projeto pedagógico e garantem gestão compartilhada com a comunidade. A experiência piloto, na cidade de Nazaré da Mata, estendendo-se aos municípios vizinhos de Vicência, Tracunhaém, Buenos Aires e Aliança, deve-se à rica malha cultural produzida naquela região. Localizado na periferia da cidade, o Centro foi acolhido em um antigo matadouro construído no início do século passado, antes em desuso e em ruínas, restaurado em 2004 pelo Governo do Estado e entregue a Prefeitura local.
Equipado com biblioteca virtual, espaço para cursos, palestras, exposições, apresentações artísticas e comercialização de produtos, o CEC busca elevar o capital humano e social da região, bem como diversificar a sua economia cultural, a qual não prospera desde o término do ciclo do açúcar. O foco principal: a formação do jovem estudante agregando ao currículo o conhecimento e a prática cultural - um equipamento desvinculado do espaço físico da escola, e inserido na paisagem do lugar. Além de reforçar metas na área educacional, atua no desenvolvimento regional ao lançar novas rotas para o turismo cultural em Pernambuco. O seu gerenciamento a cargo de uma Comissão Gestora, formada com representações locais indicadas por instituições educacionais, culturais, comunitárias e grupos artísticos organizados, o que garante, por princípio, a cidadania cultural. A comunidade delibera, junto com a Prefeitura, sobre os usos da cultura e, assim, rompe com padrões tradicionais da maioria das instituições oficiais, geralmente, redutos privilegiados e de monopólios políticos, empenhados numa visão reducionista da cultura (o show na praça) e no abortamento de bons projetos, muito comum neste setor. Já o CEC de Nazaré da Mata, também multiplicador dos bens ali produzidos, pode gerar bens de valor cultural e econômico - grandezas para uma cultura sustentável.
Similares aos Centros de Enriquecimento Cultural estão espalhados pelo mundo - os chamados centros culturais independentes, surgidos na década de 70. Distingue-se pela sociabilidade e espírito comunitário, seus recursos provêm das próprias atividades, e contam com a Trans Europe Halles, com sede na Bélgica, que funciona como uma espécie de parlamento cultural e mecanismo de cooperação. Para o cientista cultural, Teixeira Coelho, esses centros definem uma tendência em política cultural da pós-modernidade: "O Albany Arts Center, nos arredores de Londres, constituído pelo poder público, mas quem o administra diretamente são os próprios cidadãos, organizados na forma de associação cultural escolhida por meio de um sistema de concorrência pública: a melhor proposta cultural e econômica é selecionada e os responsáveis passam a gerir o centro; fazendo dessa atividade uma ocupação profissional remunerada". Embora no exemplar pernambucano, continue a existir o aporte governamental, os CEC caminham para autogestão. Criar estratégias de administrar a cultura de forma participativa e gerar políticas de sustentação, não deixa de ser mais um dos desafios desta tendência.Os pontos que mais identificam os Centros com uma nova atitude em política cultural são: primeiro, por entender a cultura como um bem do conhecimento humano transpondo novos territórios e, no que compete a sua administração, a descentralização da decisão - a comunidade também decide.
Helena Vasconcelos, professora de Teoria da Arte, membro do Conselho de Política Cultutal para os Países do Mercosul.
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I
Carnadura
Triste, alegre coração humano.
Danado de lastro e lava.
Sujo, todo de delicadezas prontas.
Feito de cardos. Carneiro. Cárneo.
Pronto para o abate.
Feio de dálias leves e lúcidas,
seria o máximo dizer-lhe: sangro.
Porque Deus teceu a este ponto,
um coração feito de carne.
Nesse mossoró interno
compaixão e ternura,
lastro e lástima.
O dito cujo carnoso.
Feio de tudo,
seria o máximo dizer-lhe.
Porque teço a este ponto.
Poesia.
Seria isto soprar-lhe na ferida viva?
A palavra, das mais delicadas, a delicada.
De Deus, minhas carniças.
II
Asa pedra
Cheia de muito cuidado,
letra, palavra, asa pedra,
do jeito que a gente acha
e ela nunca é.
Como corações.
Vá se foder, vá conhecer
o vermelho por dentro.
Isso que pesa nasce pronto,
verdadeiramente neutro
e delicado.
Mas vai escrever,
e a grafia desce torta, ainda que azul.
A gente colhe o inusitado na vida,
o barulho da voz de cada pessoa única,
suas feições, ângulos e gestos, ou ainda,
mais além, nosso próprio timbre estranho,
peculiar, sentimental.
Cheia de muito cuidado,
pluma, trem, pala palavra,
a tinta decora seu papel
onde a tua, já não sei mais,
o que era alma flora.
André Di Bernardi
Nessa desordem, poeta, enólogo, mágico e jornalista, já publicou três livros, “A hora extrema”, “água cor” e “longes pertos e algumas árvores
andre.bernardi@ig.com.br
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Joaquim dos Santos
Nasci numa terra litorânea portuguesa em pleno noroeste ibérico e, antes de olhar para o mundo, já ganhava raízes e apegos apaixonados a essa pequena parcela de mundo, sonhando em voar só com a força da vontade e sem motores, enquanto olhava um céu sempre povoado de aviões comerciais, pardais e outros pássaros num voo baixo ruidosamente invitativo.
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A despolitização da política
Cá estamos às portas de mais uma eleição presidencial, no próximo dia 01/10 Assim ficaremos mal acostumados, acho que nunca votamos tanto para presidente sem a interrupção de um golpe!
Eu empaquei! Não voto mais enquanto o voto for obrigatório!
Absurdo! Quem sabe quais são os outros países onde os legisladores dementes empurraram tal medida goela abaixo do eleitorado?
Também precisamos de uma reforma política urgente, com financiamento público de campanha, fidelidade partidária, voto distrital misto etc.
Embora as regras estejam já estabelecidas, existe um cheiro de golpe no ar, golpe contra a vontade popular.
Nestas eleições os golpistas não portam armas, nem andam a cavalo ou em tanques, eles usam laptops, Word, celular banda larga e alguns até mesmo terno e gravata. Estão amontoados nas redações dos jornais, rádios, TVs e portais da internet, sob as botas dos patrões é claro!
São ajudados por nobres jurisconsultos, magistrados e distintos integrantes da oposição que, sabedores da derrota nas urnas, tentam escavar alternativas para chegar ao poder.
Enquanto isso os partidos políticos, ou arremedos disso, disputam o eleitor por meio do horário eleitoral gratuito, um método que duvida da inteligência do cidadão, que não educa, prioriza o marquetingue político em detrimento das idéias.
O PT, que ajudou a eleger Lula em 2002, esfumaça-se em trapalhadas, escândalos e incompetências jurássicas; PSDB vestiu a carapuça da direita conservadora, OPUS DEI na veia, com o picolé de chuchu como legítimo representante da elite jeca que comanda esses terreiros, óbvio de braços dados com os grandes oligarcas do PFL; os outros partidos que apresentaram candidatos presidenciais são meros figurantes.
No tocante aos governadores das unidades da federação a toada é a mesma. Dentre os maiores estados só o bravo Rio Grande do Sul levará a eleição para governador ao 2º turno, nos outros, como São Paulo, José Serra (PSDB) ganha com tranqüilidade e em Minas Gerais a reeleição de Aécio Neves (PSDB) caminha para uma goleada histórica na oposição.
Do legislativo é bom nem falar. Uma empulhação!
Antonio Carlos da Silva
Licenciado em Geografia pela Universidade de São Paulo. Docente desde 1993, é professor do CPV Vestibulares desde 2004. É autor do Material Didático de Atualidades para as turmas de Pré-Vestibular do CPV. Foi consultor do Portal Klickeducação.Atuou junto ao Núcleo de Educação de Adultos da Faculdade de Educação da USP, elaborando material didático para os professores, lecionando para o Grupo de Alfabetização Solidária e prestando assessoria para Prefeituras e ONGs.
Para Debater, escreva a ADMIN@REACAOCULTURAL.COM respondendo as perguntas abaixo:
O que acha do governo do presidente atual?
Um segundo mandato faria bem ao país?
O que você espera para o Brasil, politicamente, para os próximos quatro anos?
O que o povo poderia fazer para melhorar?
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Dor e Sede
Por Adriana Oliveira
Há muito tempo eu pensei, ser mulher é dor e sede... Frase antiga, meio dramática, meio melancólica, e de vez em quando ainda é um pensamento legítimo, infelizmente. Estando debruçada na questão feminina por afinidade e súbita determinação, tentei chegar a um entendimento do que é essa mulher diante detantas mudanças, há quem chame conquistas, de forma hipócrita e vingativa.
Exercer papéis que se alternam ao longo do dia, que escravizam e subjugam ainda, talvez mais. Uma colunista gosta de se dizer Amélia num dia e sadomasoquista dois dias depois, convicta de estar superando suas ascendentes em todos os aspectos e se realizando plenamente. O que não menciona é seu prozac matutino eo ansiolítico da noite, suas crescentes despesas com botox, silicone e maquiagem. Anfetamina e lingerie, crises de choro, ao ver a filha escondendo comida, e padecendo frio e fome para ser um modelo de mulher que a mídia vende adolescentes carentes e deslocadas, nesse terceiro milênio em que não sabem ondese estabelecer.
As realidades femininas são muitas, na China continuam mutilando os pés das meninas para torná-las valiosas no matrimônio ou na prostituição, aleijadas, quando sobrevivem à gangrena e aos maus tratos familiares. Na África ainda mutilam as meninas retirando-lhes os clitóris, e criou-se agora um novo mito,que a cura para a AIDS é fazer sexo com uma menina virgem, daí...
No Brasil oíndice de prostituição infantil é escandaloso e a falta de informação torna agravidez na adolescência um fenômeno cada dia mais atual, que só não perde para a prostituição da classe média alta, cujo ícone de sucesso é uma certa Bruna Surfistinha. Não sei dizer das mazelas que sofrem as pobres mulheres mulçumanas,ocultas por panos e lenços ou nos cômodos incômodos da casa, perdendo seus filhos e irmãos, sua história e seu futuro.
Eu tentei dizer que nesse universo do caleidoscópio macabro, onde o feminino do terceiro milênio se situa, ainda há muito por fazer, e muitos mitos a vencer para atingir uma liberdade verdadeira, que não se limite às fotografias dos álbuns e revistas, fotologs etcétera. Mas uma atitude que permita a mulher umverdadeiro espaço, além das exigências estéticas, profissionais e familiares,que superam em muito a possibilidade de uma realização legítima.
Sem anestesia, com sua palavra, sem maquiagem nem idealização.
Para Debater, escreva a ADMIN@REACAOCULTURAL.COM respondendo as perguntas abaixo:
O avanço social tem incluído a mulher como desejado?
O que devemos fazer para integrarmos melhor os sexos?
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Leia o Monblaat! Maiores detalhes, escreva ao Fritz Utzeri flordolavradio@uol.com.br Leia a Zine do Pirata! Para receber por email, escreva ao Pirata diariopz@uaivip.com.br Visite seu blog acessando a: www.zinedopirata.blogspot.com Leia O Lobo (Fausto Wolff) www.olobo.net |